Cubos de decisão: como transformar dados complexos em insights estratégicos

PUBLICADO POR:

Giovanna CipulloGiovanna Cipullo

ATUALIZADO EM:

22 de Julho de 2025

Gestores industriais enfrentam diariamente o desafio de tomar decisões estratégicas baseadas em milhares de pontos de dados dispersos entre sistemas ERP, MES, sensores de produção e plataformas comerciais. 

É verdade que contar com uma tecnologia de gestão como um ERP é um passo fundamental para a gestão estratégica, mas ter a visão dos dados gerados é o pacote completo. 

O mercado de Business Intelligence está se fortalecendo, previsões indicam que até 2030 ele pode alcançar cerca de US$ 42 bilhões. Entretanto, a realidade operacional mostra que 80% dos dados empresariais permanecem subutilizados devido à complexidade de integração e análise.

Sendo assim, os cubos de decisão aparecem como solução técnica que resolve essa fragmentação informacional. Um cubo OLAP é um arranjo multidimensional de dados que permite análise complexa para identificar insights. 

Diferentemente de relatórios estáticos tradicionais, essa tecnologia permite navegação interativa através de múltiplas dimensões simultaneamente, oferecendo respostas instantâneas para consultas complexas como “Qual produto teve pior performance na linha 2 durante o turno noturno no último trimestre?“.

Ou seja, indústrias que implementam cubos de decisão têm vantagem competitiva mensurável através de redução no tempo de análise de dados de horas para segundos, permitindo decisões mais rápidas e precisas em ambientes operacionais dinâmicos.

O que são cubos de decisão?

Cubos de decisão representam estruturas de dados multidimensionais especificamente projetadas para análise empresarial rápida e eficiente. 

O núcleo da maioria dos sistemas OLAP (Online Analytical Processing),o cubo OLAP é um banco de dados multidimensional baseado em array que torna possível processar e analisar múltiplas dimensões de dados muito mais rápida e eficientemente que um banco de dados relacional tradicional. 

Essa arquitetura transcende limitações de planilhas bidimensionais tradicionais, organizando informações em estruturas tridimensionais ou hiperdimensionais.

Na realidade industrial, funcionam como sistemas inteligentes que pré-processam dados de diferentes departamentos simultâneamente. 

Além disso, eliminam a necessidade de consultas demoradas em múltiplas bases relacionais, oferecendo interface unificada para navegação analítica. 

Por exemplo, supervisores podem visualizar eficiência de máquinas por turno, produto e operador em uma única tela, identificando rapidamente gargalos operacionais específicos.

Ou seja, cubos de decisão atuam como ponte tecnológica entre dados brutos dispersos e conhecimento estratégico consolidado, proporcionando aos gestores capacidade de navegar informações complexas com agilidade comparável ao uso de planilhas simples, porém com poder analítico exponencialmente superior.

Arquitetura técnica dos cubos multidimensionais

Dimensões: Estruturação lógica dos dados empresariais

As dimensões constituem os eixos fundamentais através dos quais organizamos e segmentamos informações no cubo. 

As Dimensões são os descritores dos dados oriundos da Fato, possuem o caráter qualitativo da informação e relacionamento de “um para muitos” com a tabela Fato. Em contextos industriais, dimensões típicas incluem:

  • Temporal: Ano, trimestre, mês, semana, dia, turno, hora
  • Produto: Categoria, família, linha, modelo, SKU, componente
  • Geografia: Região, país, estado, cidade, planta, linha de produção
  • Cliente: Segmento, porte, setor, canal, território
  • Qualidade: Tipo de defeito, severidade, origem, responsável
  • Recursos: Máquina, operador, turno, centro de custo

Além disso, cada dimensão possui hierarquias próprias permitindo navegação granular pelos dados. 

Por exemplo, a dimensão temporal permite “drill-down” progressivo de anos para trimestres, depois meses e finalmente turnos específicos. 

Da mesma forma, a dimensão produto facilita análise desde categorias amplas até componentes individuais, proporcionando flexibilidade analítica incomparável para diferentes níveis gerenciais.

Medidas: Quantificação do desempenho operacional

As medidas representam valores numéricos que quantificam performance empresarial dentro do cubo. 

Cada célula do cubo contém um número que representa alguma medida do negócio, como vendas, lucros, despesas, orçamento e previsão. 

No ambiente industrial, medidas críticas incluem:

  • Produção: Volume produzido, tempo de ciclo, OEE, produtividade
  • Qualidade: Taxa de defeitos, primeiro passe, índice Cp/Cpk
  • Financeiro: Receita, margem de contribuição, custo unitário
  • Estoque: Giro, cobertura, valor imobilizado, obsolescência
  • Manutenção: MTTR, MTBF, custos de manutenção, disponibilidade

Nesse sentido, as medidas classificam-se como aditivas (somáveis através de dimensões como receita total),semi-aditivas (somáveis apenas através de certas dimensões como saldo de estoque) ou não-aditivas (não somáveis como percentuais ou índices). 

Portanto, essa classificação torna-se crucial para garantir precisão nos cálculos agregados e evitar interpretações equivocadas dos resultados analíticos.

Operações fundamentais para análise multidimensional

A navegação eficiente através de cubos de decisão depende do domínio de operações analíticas específicas que permitem explorar dados sob diferentes perspectivas. 

Por isso, analistas de negócios realizam várias operações analíticas básicas com um cubo OLAP multidimensional (MOLAP). 

Essas operações transformam consultas complexas em interações intuitivas similares ao manuseio de planilhas tradicionais.

Sendo assim, o domínio dessas funcionalidades permite que gestores industriais naveguem rapidamente entre diferentes níveis de detalhe, identifiquem padrões ocultos e respondam perguntas específicas sem depender de equipes técnicas para cada nova análise requerida.

Slice e Dice: Segmentação precisa de informações

Operação Slice:

  • Seleciona fatia específica do cubo fixando uma dimensão
  • Cria subcubo com uma dimensão a menos
  • Ideal para análises focalizadas em períodos ou produtos específicos
  • Exemplo: Analisar apenas dados do Q3 2024 mantendo todas outras dimensões ativas

Operação Dice:

  • Seleciona múltiplos valores em várias dimensões simultaneamente
  • Isola subcubo através de filtros combinados
  • Permite análises altamente específicas e contextualizadas
  • Exemplo: Produtos A e B, nas regiões Sul e Sudeste, durante turnos noturnos

Dessa maneira, essas operações permitem que supervisores foquem análises em situações específicas que requerem atenção gerencial, eliminando ruído informacional desnecessário e concentrando esforços analíticos em dados verdadeiramente relevantes para decisões imediatas.

Roll-up e Drill-down: Navegação hierárquica inteligente

A capacidade de mover-se dinamicamente entre diferentes níveis de agregação constitui uma das funcionalidades mais poderosas dos cubos de decisão. 

Na operação roll-up, o sistema OLAP resume os dados para atributos específicos. Em outras palavras, mostra dados menos detalhados. 

Por outro lado, drill-down oferece o movimento contrário, convertendo dados menos detalhados em mais detalhados através de dois métodos: movendo-se para baixo na hierarquia conceitual ou adicionando nova dimensão ao cubo.

Além disso, essas operações espelham o processo natural de investigação gerencial. Executivos iniciam com visões consolidadas identificando anomalias, então fazem drill-down para investigar causas específicas.

Supervisores de linha também podem começar com problemas detalhados e fazer roll-up para entender impactos sistêmicos mais amplos.

operações olap fundamentais para os cubos de decisão

Tipos de implementação para diferentes necessidades

MOLAP: Máxima performance para operações críticas

Para a maioria dos usos, MOLAP é o tipo mais rápido e prático de análise de dados multidimensional. 

Esta arquitetura pré-calcula e armazena agregações em estruturas otimizadas, proporcionando respostas instantâneas mesmo para consultas envolvendo milhões de registros históricos.

Características do MOLAP:

  • Dados armazenados em estruturas multidimensionais nativas
  • Agregações pré-calculadas para consultas frequentes
  • Performance superior para análises interativas
  • Ideal para dashboards executivos e relatórios em tempo real
  • Requer maior investimento em armazenamento

Na prática industrial, MOLAP mostra-se ideal para monitoramento de KPIs críticos como OEE em tempo real, dashboards de qualidade e relatórios de produção que demandam respostas imediatas para tomadas de decisão operacional urgentes.

ROLAP: flexibilidade para grandes volumes históricos

ROLAP, ou OLAP relacional, é análise de dados multidimensional que opera diretamente sobre dados em tabelas relacionais, sem primeiro reorganizar os dados em um cubo. 

Esta abordagem oferece maior flexibilidade para trabalhar com volumes massivos de dados históricos sem limitações de armazenamento pré-calculado.

Vantagens do ROLAP:

  • Capacidade ilimitada de armazenamento
  • Flexibilidade para consultas ad-hoc complexas
  • Integração direta com data warehouses existentes
  • Menor custo de armazenamento
  • Escalabilidade para grandes volumes históricos

Por outro lado, ROLAP adapta-se melhor a cenários onde detalhamento granular supera necessidade de performance extrema, como análises históricas detalhadas de múltiplos anos ou investigações específicas de não-conformidades de qualidade que requerem acesso a registros completos.

HOLAP: solução híbrida otimizada

HOLAP, ou OLAP híbrido, tenta criar a divisão ótima de trabalho entre bancos de dados relacionais e multidimensionais dentro de uma única arquitetura OLAP. 

Ele combina dados agregados em cubos MOLAP para consultas frequentes com acesso direto a tabelas relacionais para análises detalhadas sob demanda.

Sendo assim, HOLAP representa uma escolha estratégica para indústrias que necessitam simultaneamente de dashboards executivos ultra-rápidos e capacidade de investigação detalhada de eventos específicos, oferecendo versatilidade operacional sem comprometer performance em análises críticas rotineiras.

Analise esse dashboard comparativo entre os tipos de implementações OLAP nas indústrias:

dashboard comparativo entre molap, rolap e holap nos cubos de decisão

Implementação estratégica em ambientes industriais

Definição de requisitos e arquitetura de dados

A implementação bem-sucedida de cubos de decisão começa com o mapeamento preciso dos processos analíticos existentes e identificação de lacunas informacionais críticas. 

Portanto, a seleção das fontes de dados deve ser minuciosamente planejada, com foco na relevância e na confiabilidade das informações. 

Dessa forma, se estabelece uma fundação sólida para desenvolvimento posterior.

Etapas de definição de requisitos:

  1. Mapeamento de processos decisórios atuais
    • Identificação de relatórios críticos existentes
    • Análise de tempo gasto em geração de informações
    • Catalogação de fontes de dados utilizadas
  2. Definição de dimensões empresariais
    • Hierarquias temporais (calendário fiscal e operacional)
    • Estruturas de produto (técnicas e comerciais)
    • Organizações geográficas e operacionais
  3. Especificação de medidas críticas
    • KPIs operacionais (OEE, qualidade, produtividade)
    • Métricas financeiras (margem, custo, receita)
    • Indicadores estratégicos (participação de mercado, satisfação)

Essa fase determina 70% do sucesso do projeto, pois requisitos mal definidos resultam em cubos que não atendem às necessidades reais dos usuários finais, desperdiçando investimentos tecnológicos substanciais.

Processo ETL otimizado para dados industriais

A etapa seguinte envolve a coleta, a transformação e a carga dos dados, conhecida como processo de ETL, em que são utilizadas ferramentas avançadas de extração e transformação de dados brutos. 

Para indústrias, isso significa integrar dados de sistemas heterogêneos incluindo MES, ERP, sistemas de qualidade, sensores IoT e plataformas de manutenção.

Componentes do processo ETL industrial:

  • Extração: Coleta automatizada de dados de múltiplas fontes
  • Transformação: Padronização, limpeza e validação de informações
  • Carga: Carregamento otimizado respeitando janelas operacionais
  • Monitoramento: Validação contínua de qualidade e integridade

Nesse contexto, estabeleça rotinas de limpeza que padronizem códigos de produto, unidades de medida e classificações entre sistemas diferentes. 

Além disso, implemente validações que identifiquem inconsistências temporais, especialmente importantes em ambientes de produção contínua onde precisão temporal afeta diretamente análises de performance.

Benefícios mensuráveis para operações industriais

A implementação de cubos de decisão gera impactos quantificáveis em múltiplas dimensões operacionais, desde redução de tempo analítico até melhoria na qualidade decisória. 

Separamos aqui embaixo as vantagens mais relevantes para a indústria:

  • Velocidade decisória: Redução no tempo de análise de horas para segundos
  • Respostas instantâneas: Consultas multidimensionais com performance otimizada
  • Eliminação de retrabalho: Fim de consultas manuais em múltiplos sistemas
  • Democratização de dados: Acesso direto para todos os níveis gerenciais
  • Visão integrada: Análise holística de vendas, produção, qualidade e finanças
  • Detecção proativa: Identificação imediata de anomalias e oportunidades
  • Cultura data-driven: Decisões baseadas em evidências, não intuição
  • ROI comprovado: Retorno médio de 300% em implementações industriais

Casos práticos de transformação industrial

Imagine uma indústria metalúrgica que fornece peças estampadas para montadoras.

– Segunda-feira, 7h45: o telefone toca no escritório do diretor industrial.

– Do outro lado da linha, o gerente de qualidade da Volkswagen informa que o último lote recebido apresenta problemas de espessura e a linha de montagem pode parar em duas horas se não houver solução imediata.

– Em cenários tradicionais, essa situação iniciaria uma correria: telefonemas para supervisores, consultas em planilhas desatualizadas, busca em sistemas diferentes para identificar qual linha produziu as peças, em que turno, com qual operador e usando qual lote de matéria-prima.

– Esse processo normalmente consome 3 a 4 horas preciosas enquanto a crise se amplifica.

– Com o cubo de decisão implementado, o diretor acessa a plataforma e em menos de 10 minutos reconstrói toda a cadeia de eventos.

– Primeiro, filtra pelo código da peça problemática e identifica que apenas a linha 3 produziu esse item.

– Em seguida, faz drill-down para o turno da tarde e descobre que o problema começou após as 15h30.

– Continua investigando e identifica que coincidiu com a troca de ferramenta programada.

– Finalmente, cruzando informações com a dimensão de matéria-prima, percebe que o lote de chapa utilizado tinha espessura no limite inferior da tolerância e a nova ferramenta, ainda em ajuste, não compensou essa variação.

A solução é imediata: ajustar parâmetros da ferramenta e segregar o restante daquele lote de matéria-prima.

Em 15 minutos, a Volkswagen é informada sobre a causa raiz e as ações corretivas, evitando parada de linha e mantendo a credibilidade do fornecimento.

Mais importante: o mesmo filtro aplicado às outras linhas revela que o problema poderia se repetir na linha 1 no turno noturno, permitindo ação preventiva.

Diferentes aplicações para a mesma eficiência

Essa mesma lógica se aplica a inúmeras outras situações industriais: investigação de custos de produção que dispararam inexplicavelmente, análise de eficiência de equipamentos que apresentaram queda súbita de performance, identificação de gargalos logísticos que atrasam entregas, ou mesmo otimização de consumo energético cruzando informações de produção, clima e tarifação.

Portanto, a diferença fundamental está na velocidade de resposta e na capacidade de conectar informações que normalmente permanecem isoladas em sistemas diferentes.

Desafios técnicos e considerações estratégicas

Assim como toda nova implementação, os cubos de decisão também tem seus desafios. Por isso, pensando em te ajudar a prever dificuldades e soluções, fizemos uma tabela para te ajudar a visualizar esses desafios rapidamente:

tabela dos desafios e sugestões de soluções dos cubos de decisão

Integração com tecnologias emergentes na Indústria 4.0

A evolução dos cubos de decisão não acontece isoladamente. 

Na verdade, observamos uma convergência natural com outras tecnologias que já estão transformando o chão de fábrica. 

O que antes eram ferramentas reativas de relatórios agora se tornam plataformas preditivas que antecipam problemas antes mesmo deles acontecerem.

Inteligência Artificial: Quando os dados começam a “pensar”

Imagine um cubo que não apenas mostra que a eficiência de uma linha caiu 15%, mas também sugere automaticamente as três causas mais prováveis baseadas em milhares de situações similares analisadas historicamente. 

Modelos preditivos conseguem antecipar problemas de qualidade com 72 horas de antecedência e identificar oportunidades de otimização que passariam despercebidas pela análise humana tradicional, por exemplo.

IoT: Cada sensor vira fonte de inteligência

Sensores IoT conectados diretamente aos cubos criam visão dinâmica da operação em tempo real. 

Sendo assim, essa integração permite correlacionar dados de produção com variáveis ambientais, padrões de consumo e tarifação elétrica, otimizando automaticamente a programação de equipamentos. 

Em resumo, os gestores passam a monitorar dezenas de variáveis críticas simultaneamente, integrando dados históricos com informações instantâneas dos equipamentos.

FAQ

O que diferencia cubos de decisão de dashboards tradicionais? 

Cubos permitem navegação interativa multidimensional com drill-down e roll-up instantâneos, enquanto dashboards tradicionais apresentam visões estáticas que requerem reprogramação para diferentes perspectivas analíticas.

Qual o tempo médio de implementação em indústrias de médio porte?

Implementações típicas variam de 4 a 6 meses, incluindo análise de requisitos, modelagem dimensional, desenvolvimento de ETL, testes e treinamento de usuários finais.

Como garantir qualidade e consistência dos dados nos cubos?

Estabeleça processos rigorosos de validação automática durante ETL, padronize nomenclaturas entre sistemas fonte e implemente monitoramento contínuo de integridade dos dados carregados.

Cubos de decisão substituem relatórios ERP existentes?

Não substituem, mas complementam ERPs fornecendo capacidades analíticas avançadas que transformam dados transacionais em insights estratégicos para diferentes níveis gerenciais.

Como medir ROI quantitativamente em projetos de cubos industriais? 

Meça através de redução percentual no tempo de geração de relatórios, melhoria na precisão de previsões, redução de estoques, aumento na velocidade de identificação de problemas e economia em custos operacionais.

Conclusão

A realidade é simples: gestores industriais precisam de respostas rápidas para problemas complexos. Cubos de decisão oferecem exatamente isso: a capacidade de transformar milhares de pontos de dados dispersos em insights claros e acionáveis em segundos, não em horas.

Empresas que dominam essa tecnologia ganham vantagem competitiva real. Enquanto concorrentes ainda perdem tempo montando relatórios manualmente, você já identificou o problema, entendeu a causa e implementou a solução. 

Portanto, cubos de decisão não são apenas uma ferramenta tecnológica, são um diferencial estratégico que acelera decisões e melhora resultados operacionais de forma mensurável.

Cubos de decisão e ERP: Combinando tecnologias estratégicas

Quando você entende a importância de combinar grandes tecnologias, também entende a importância de escolher um fornecedor de ERP dedicado a trazer as melhores tendências para se integrarem a sua gestão empresarial de maneira nativa. 

Dentro do Korp ERP, o ERP industrial mais completo do mercado brasileiro atualmente, você também encontra uma ferramenta de cubos de decisão para apoiar a gestão estratégica.

Funcionalidades principais:

  • Análise multidimensional: Visualize dados sob diferentes perspectivas simultaneamente
  • Interface drag-and-drop: Movimente métricas e dimensões sem conhecimento técnico
  • Filtros avançados: Segmente informações por período, produto, linha, operador
  • Operações matemáticas automáticas: Cálculos personalizados em tempo real
  • Múltiplos formatos de exportação: Excel, PDF, HTML para compartilhamento
  • Modo gráfico integrado: Visualizações que facilitam identificação de tendências

Diferentemente de soluções genéricas, tudo na Korp é pensado especificamente para os processos industriais, trazendo muito mais especialização e conhecimento técnico para as soluções.

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Publicado por:
Formada em Jornalismo e pós-graduada em Assessoria de Imprensa, Gestão de Comunicação e Marketing, atua como Head de Marketing na Viasoft Korp.

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